sexta-feira, maio 08, 2009

Solidão, opção que não resolve problemas

Diante de uma crise, isolar-se não é o comportamento mais adequado
Sentir-se sozinho não significa, necessariamente, estar isolado de companhias. Muitas pessoas, vivendo em prédios com dezenas de apartamentos e cercadas de vizinhos pelos quatro lados, ainda se sentem solitárias.
Às vezes, diante de algumas crises em nossos convívios, podemos achar que o isolamento é uma solução para os nossos problemas. Contudo, o reflexo dessa tentativa interfere, também, na vida de outras
pessoas que nos cercam, mas que nada têm a ver com as nossas dores. Assim, não podemos fazer da solidão uma opção de vida ou um recurso para contornar as dificuldades.
O vírus da solidão não pode infectar nossos relacionamentos, pois é da inter-relação que conseguimos construir profundos e estreitos vínculos. Um exemplo disso é a vida conjugal.
Se acontecer, entre os cônjuges, a ausência de troca de experiências, ou, em outras circunstâncias, a indisposição para se adequar às diferenças de pensamento, facilmente uma disputa vai surgir entre eles. Tudo vai ser motivo de reclamação e, nas suas murmurações, eles acreditam saber de tudo, pensam resolver todas as coisas da sua própria maneira e afirmam que não precisam de ninguém... Então, a opção de se isolar faz com que esses casais sejam cada vez mais críticos com eles mesmos e, por que não dizer, ranzinzas com o outro.
Aquele que prefere viver separado do mundo, considera mais fácil tachar os outros como incapazes de conviver com o seu modo de pensar e agir, em vez de reavaliar a situação. A pessoa com essas características acredita até que seus familiares e parentes têm certa parcela de culpa em suas crises, o que justifica seu afastamento do convívio e, pouco a pouco, ela entrega-se ao cativeiro de seus próprios melindres.
Antes mesmo de se afundar nas “águas da solidão”, melhor seria “nadar” contra um sentimento que facilmente poderá nos levar a experimentar outros males. Muitas vezes, achamos que somos vítimas injustiçadas, mas, raramente, paramos para analisar a nossa própria atitude. Acredito que a primeira ação para sair da crise de “patinho feio” está na busca dos verdadeiros motivos que nos fazem nos sentir tão diferentes ou parecer incompreendidos pelas pessoas.
Se percebermos que os laços de amizades estão se desfazendo ou que as pessoas estão evitando conviver conosco, significa que alguma coisa está acontecendo e, certamente, não é uma epidemia de mau humor que está atacando nossos amigos, mas talvez seja o resultado de nossa própria opção.
Por mais justificável que possa parecer o desejo de se isolar, esse, não é o comportamento mais adequado diante das dificuldades. Dessa maneira, precisamos despertar para a realidade de que esse tipo de solidão é um defeito que nos atingirá se não nos empenharmos no compromisso de dar uma resposta diferente, quando o desejo de desistir das pessoas e das situações parecer mais forte.

E quando bate o desânimo espiritual?

Sabemos que não somos perfeitos, mas não podemos nos acomodar
Para que haja uma vida espiritual, é preciso que aconteça uma luta. Vimos a importância dessa luta e que sem ela não há espiritualidade. Elas – a vida e a luta espiritual – estão ligadas.
Seguindo esse raciocínio, vamos pensar sobre os momentos nos quais desanimamos na nossa vida espiritual, na maioria das vezes, justamente por causa dessas lutas interiores que precisamos travar e porque, às vezes, somos derrotados nesses duelos.
São Paulo nos diz na Carta aos Filipenses no capítulo 3 versículo 16: “Contudo, seja qual for o grau a que chegamos, o que importa é prosseguir decididamente”.
Vemos que o próprio apóstolo por vezes também era derrotado nas suas lutas espirituais quando lemos na Carta aos Romanos: “Não faço o bem que quero e faço o mal que não quero” (Rm 7,19). Mas é ele também que nos encoraja para seguirmos adiante: “importa prosseguir decididamente”!
Lá em Minas Gerais conheço um sacerdote que faz um trabalho maravilhoso com os jovens. E com frequência ele diz aos que ele orienta: o importante é que na nossa caminhada o saldo seja positivo. O sacerdote ensina que pode acontecer, por exemplo, de na nossa caminhada darmos cinco passos para frente e dois para trás. Então o saldo é de três passos adiante, ou seja, saldo positivo de três.
Também aprendemos com o apóstolo dos gentios que não somos perfeitos: erramos, pecamos e, por vezes, fazemos o mal que não queremos fazer, ou como nos ensina o sacerdote de que lhes falei: damos alguns passos para trás. Mas isso não pode fazer com que desanimemos ou com que desistamos da vida espiritual. Pelo contrário, tem de nos tornar mais fortes e determinados.
Precisamos agir como São Paulo, que mesmo não conseguindo fazer sempre o bem, ainda assim, nos encoraja a prosseguir e a não fazê-lo de qualquer jeito, mas de modo decidido. Sendo assim, mesmo que erremos, que pequemos, que andemos alguns passos para trás, como ensina o grande apóstolo, não podemos desistir de perseguir o alvo, rumo ao prêmio celeste, ao qual Deus nos chama, em Jesus Cristo.

Reconciliar-se com a própria história

Nossa história, quase sempre, não é do jeito que gostaríamos. Os cenários da história – tanto universal quanto pessoal – são sempre povoados, marcados por uma trama de significados e expressões que dão cor e direção aos corações e à vida de um povo. A história do homem traz consigo inúmeras marcas; algumas positivas e outras profundamente negativas e desestruturadoras. Enfim, toda história tem a sua “história” a contar, toda vida derramada no solo do tempo tem suas partes para reconciliar...
Há historiadores que definem a história humana como “história de guerras e conflitos”, e, de fato, tal afirmação não está ausente de verdade. Esta é mesmo marcada por diversas dores e contrariedades que se entrelaçam em uma constante dinâmica de morte e de vida.
No âmbito singular e pessoal não é diferente. Quando olhamos para a história de nossos próprios dias, sem dúvida, seremos capazes de aí perceber realidades que não desejamos nem quereríamos que aí estivessem.
Nossa história e as circunstâncias que a configuram, quase sempre, não são do jeito que queremos, por vezes, nossa biografia é povoada por erros e frustrações que não desejamos nem convidamos para nela habitar.
Há quem se envergonhe de sua própria história e há outros que dela fogem perpetuamente. Há quem não consiga se reconciliar com as perdas e contrariedades contidas na própria existência, nunca assumindo os próprios erros e fragilidades, e assim vivendo como alguém que “foge” eternamente da própria sombra.
Muitas vezes, nossa história é mesmo perpassada por realidades que são difíceis de lidar e encarar, todavia, ninguém pode se tornar verdadeiramente maduro e liberto na vida se não faz a experiência de se encarar naquilo que é.
A arte de se encontrar e reconciliar-se com a própria história pode ser fonte de aguda dor, contudo, é também fonte de intensa realização e emancipação existencial. Não existe outro caminho para crescer e ser gente na vida, pois, sem se reconciliar consigo e com as cenas que emolduram o seu próprio caminho de vida, o ser humano torna-se escravo de si mesmo e ausenta-se da alegria de poder aceitar-se naquilo que é.
Diante do real – de nossa identidade – poderemos fugir criando ilusões para mascarar o que somos ou poderemos enfrentar – mesmo sangrando – nossa verdade, extraindo dela a vida e a esperança que brotam do fato de não termos de fingir e encenar para sempre.
Nossa história pode ser fonte de lembranças dolorosas, sim, mas também pode – com uma força extraordinária – ser fonte de autêntica e encarnada libertação. Reconciliar-se, pois, com a própria história: Eis o desafio e a oportunidade de nos compreendermos amados e aceitos no que somos.
Esse é um caminho difícil, mas o fazemos acompanhados: dirigidos pelo infinito Amor, que dá sentido às nossas perdas e nos sustenta em nossas lutas. Assim seremos mais autênticos e livres na existência e poderemos construir nosso futuro com escolhas sábias e pautadas no Amor.

A preguiça

Um mau trabalhador é um mau cristão.
Após o pecado ter entrado na nossa história, Deus impôs ao homem "a lei severa e redentora do trabalho", como disse o Papa Paulo VI. “Comerás o teu pão com o suor do teu rosto, até que voltes à terra de que foste tirado" (Gênesis 3,19a).
Todo trabalho é uma continuação da atividade criadora de Deus. E o Senhor derrama a Sua graça sobre aquele que trabalha com diligência. O trabalho é a sentinela da virtude. Se com humildade oferecemos ao Altíssimo o nosso trabalho, este adquire um valor eterno. Assim, o temporal se transforma em eterno.
A preguiça joga por terra toda essa riqueza. Querer viver sem trabalhar é como desejar a própria maldição nesta vida. São Paulo disse aos tessalonicenses: “Procurai viver com serenidade, trabalhando com vossas mãos, como vo-lo temos recomendado. É assim que vivereis honrosamente em presença dos de fora e não sereis pesados a ninguém” (I Tessalonicenses 4,11-12).
O Talmud dos judeus diz que: “Não ensinar o filho a trabalhar é como ensiná-lo a roubar”. Trabalhando, como homem, Jesus tornou sagrado o trabalho humano e fonte de santificação.
Por isso, o lema de vida de São Bento de Nurcia, nos mosteiros, era: “Ora ET Labora!” (Reza e Trabalha!). Um mau trabalhador é um mau cristão. Um operário displicente é um mau cristão. Da mesma forma, um professor cristão e relapso é um contratestemunho cristão...
O pecado da omissão é fruto da preguiça. É por preguiça que o filho não obedece a seus pais e, muitas vezes, se torna um transviado. Do mesmo modo, é por preguiça que os genitores, muitas vezes, não educam bem os filhos. É por preguiça de algumas mulheres que o trabalho doméstico é, às vezes, malfeito, prejudicando os seus filhos, o esposo e a alegria do lar. É por preguiça de muitos maridos que a casa fica com as lâmpadas queimadas, o chuveiro estragado, a torneira vazando... Assim como é por preguiça que o trabalhador faz o seu serviço de maneira desleixada, prejudicando os outros que dependem dele. É por preguiça que o estudante não estuda as suas lições e se arrasta na sua caminhada e prejudica a sua formação.
Do mesmo modo é por preguiça que o cristão deixa de ir à Santa Missa, de rezar, de conhecer a doutrina da Igreja, de trabalhar na sua comunidade. Há um provérbio chinês que afirma: “Não é a erva daninha que mata a planta, mas a preguiça do agricultor”.

A Bíblia e o celular

Tanto a Bíblia como o celular são meios de comunicação. Um você conversa com Deus e permite que o Senhor fale com você; o outro permite que você converse com muitas pessoas.
Os dois precisam ser levados, seja no bolso ou na bolsa, é preciso levá-los consigo.
Qual deles você se lembra de levar sempre?
Um deles funciona constantemente, nunca fica fora de área, porque traz a Palavra d'Aquele que é Oniponte, Onipresente e Onisciente. O outro nem sempre, depende da operadora, depende dos créditos, depende da bateria.
Muitas vezes, quando mais esperamos ele não toca, mas a Bíblia sempre toca e toca fundo lá no íntimo do nosso ser. Ela não nos oferece o que é supérfluo (lá vem aquela vozinha da operadora de telemarketing: O senhor receberá inteiramente grátis …… se assinar…); muito pelo contrário, a Bíblia nos dá sentido para viver e nos oferece a vida eterna de graça. É verdade! Você não precisa assinar nada, nem pagar nada, somente aceitar a JESUS.
A fé é dom gratuito de Deus. Não deixe seu verdadeiro comunicador de lado, leve-o sempre junto de si. Se sua Bíblia é grande, e assim como eu não pode carregar peso por causa da coluna, arrume uma menor, mais leve. E leve-a com você sempre. Ou deixe uma no seu trabalho, outra em casa, leve o Novo Testamento e os Salmos no carro, na mala, na bolsa, no bolso.
Vamos criar um novo hábito: levar conosco a Sagrada Escritura, até que se invente uma forma da Bíblia estar no celular.

sábado, maio 02, 2009

Livre-se do sentimento de culpa.

Mergulhar no amor de Deus é o segredo para se livrar de todo e qualquer sentimento de culpa. Essa sensação negativa não vem do Senhor. Tudo o que nos escraviza, não vem do Alto. Muitas pessoas, por falta de conhecimento, acham que fazer a vontade divina as torna escravas. Quando, na realidade, ocorre exatamente o contrário disso: quanto mais abrimos mão da nossa vontade para fazer a vontade de Deus, tanto mais nos tornamos livres, porque o Senhor nos fez livres, para a liberdade e a felicidade.
É claro que o conceito de liberdade do Altíssimo não é o mesmo desta falsa liberdade que anda sendo semeada por aí, em que, de maneira irresponsável e egoísta, as pessoas realizam seus desejos a seu bel-prazer, o que, muitas vezes, pode acarretar sérias consequências pelo resto de suas vidas.
“Vós, irmãos, fostes chamados à liberdade” (Gl 5,13).
Muitas pessoas carregam um terrível sentimento de culpa e se deixam destruir por ele. Mergulhe no infinito amor de Deus e imediatamente essa inquietação vai acabar.
Jesus, eu confio em Vós!

A cultura do corpo.

Talvez você sofra, jovem, e até se revolte contra a vida ou contra Deus, porque não tem aquele corpinho de “top model” ou aquele cabelinho como a da artista da novela; ou porque você é um rapaz que não tem aquela musculatura especial... ou porque a sua estatura é pequena...
A mídia colocou na sua cabeça que o “mais importante” é ser bonito de corpo, esbelto, magro, segundo os “padrões de beleza” dos que ditam a moda para os outros.
A propaganda colocou na sua mente uma grande mentira de que se você não tiver aquela calça “da moda” ou aquela camisa “de marca”, então, não poderá ser feliz.
O comercial de TV e as novelas lhe ensinaram uma coisa perversa: se você não for “sexy”, não poderá ser feliz e não terá um namorado, será rejeitada. Tudo isso é uma grande e malvada mentira!
Por causa dessa “cultura do corpo”, que hoje ocupou o lugar da “cultura do espírito”, muitos jovens estão angustiados e até mesmo “escravizados”, porque não conseguem atingir esse padrão de “beleza”.
Ora, saiba que se você construir a sua felicidade em cima destes valores, esta será efêmera, vai acabar muito cedo e deixar você no vazio. A verdadeira beleza está na alma, no interior, é invisível aos olhos; ela só pode estar naquilo que não acaba; que o tempo não envelhece.
Vi um jovem chorar, amargurado, porque o seu carro novo tinha batido; junto com o seu carro, tinha amassado a sua felicidade...
Deus seria injusto se a sua felicidade dependesse da cor da sua pele, do perfil do seu corpo ou da ondulação do seu cabelo. Pois tudo isso é genético e você não pode mudar isso; já nasceu assim. O Senhor quer que você descubra a felicidade que não acaba, no seu interior, na sua alma, para que esta seja autêntica e duradoura.
O Altíssimo não o valoriza pelo seu cabelo, nem pelo seu corpo, nem mesmo pela cor dos seus olhos ou da sua pele, muito menos pela sua roupa. Deus o ama por aquilo que você é; e do jeito que você é. Diante d'Ele você não é avaliado pelo que se vê.
Por isso, atire para longe, já, este complexo de inferioridade, olhe menos para o espelho e mais para a sua alma.
Cultive o seu saber, a sua fé, sua espiritualidade, seus amigos e amigas, sua família, seu trabalho, sua profissão e seu Deus, muito mais do que o seu corpo.
Aprenda a gastar mais o seu tempo e seu dinheiro em coisas e atividades que fazem você “crescer” naquilo que não passa e que o tempo não destrói.
Michel Quoist, um grande padre francês, dizia aos jovens que para ser belo é melhor parar “cinco minutos diante do espelho, dez diante de si mesmo, e quinze diante de Deus.” Não inverta esta ordem, para que você não fique de cabeça para baixo.
É por isso que hoje temos edifícios altos, mas homens pequenos; estradas longas e largas, mas as almas são pequenas...
Da mesma forma, as casas hoje são grandes, mas as famílias são pequenas... Temos muitos compromissos, mas pouco tempo...
Gastamos muito e desfrutamos pouco... Multiplicamos os nossos bens, mas reduzimos os valores humanos...
Falamos muito, mas amamos pouco e odiamos demais...
Fomos à Lua, mas ainda não atravessamos a rua para conhecer o vizinho...
Temos mais conhecimentos, mas pouco discernimento...
Temos muita pressa e pouca perfeição...
Temos mais dinheiro, mas menos moral e menos paz...
Temos mais bens, mas menos caráter...
Temos casas mais lindas, porém mais famílias destruídas...
Conquistamos o espaço exterior, mas perdemos o espaço interior...
Temos mais prazer, porém, menos alegria...
Se a beleza física fosse sinônimo de garantia de felicidade, não encontraríamos tantas artistas frustradas, buscando fugir das suas angústias nas drogas, muitas vezes. Quantas moças lindas já morreram numa overdose de cocaína!
Se o dinheiro fosse sozinho garantia de felicidade, não encontraríamos tantos ricos angustiados e tantos ídolos que acabam com a própria vida no suicídio. Quantos astros e cantores famosos já puseram fim na própria vida, na flor dos seus anos!
O grande filósofo francês Paul Claudel dizia que “o jovem não foi feito para o prazer, mas para o desafio”.
Aí está, jovem, diante de você, um belo desafio: não construir a sua felicidade numa vida de consumismo e de busca de prazer e de beleza física, que “enchem os olhos” das pessoas quando o veem passar. Construa a sua vida naquilo que os olhos não veem, mas que é essencial: honra, saber, moral, caridade, bondade, mansidão, força de vontade, humildade, desapego, pureza, paciência, disponibilidade. Esses são valores que o põem verdadeiramente de pé!
Seja um jovem de pé! Você é o rei do universo! De nada vale você ter um corpo de atleta ou de manequim se a sua alma está em frangalhos e o seu espírito geme sob o peso da matéria e da carne.
Tudo talvez estará contra você neste desafio, mas Deus estará com você. E isso basta.

Quem tem o Espírito Santo por Amigo nunca está só

“Mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força” (At 1,8a).
Temos um Amigo maravilhoso que quer conviver conosco intimamente em todos os momentos e quer ser em todas as circunstâncias da nossa vida um Companheiro inseparável. Ele quer ser um conosco na oração, nos nossos pensamentos, nos nossos sonhos, nas nossas lágrimas, nas nossas alegrias, nos nossos afetos e em toda a nossa vida cotidiana.
Creio que você deve estar ansioso para saber quem é este Amigo e Companheiro que está ao nosso inteiro dispor. Esta Pessoa é o Divino Espírito Santo que quer derramar hoje em nós a Sua graça benfazeja. Quem O tem por Amigo nunca está só, porque Ele está no mais íntimo de cada um de nós fortalecendo-nos e dando-nos um verdadeiro sentido à nossa vida.
Vamos nos abrir hoje largamente a este relacionamento com o Santo Espírito de Deus? Em todos os momentos rezemos assim: Vinde, Espírito Santo, e faz-me uma nova pessoa.
Jesus, eu confio em Vós!