Aqueles que amam a tua lei têm muita segurança, e não há nada que os faça cair.
sábado, novembro 07, 2009
domingo, outubro 11, 2009
Dia das Crianças!!!
Oi Pessoal,
Amanhã dia 12 de outubro será um dia muito especial e por isso, gostaria de parabenizar em primeira mão a minha mãe querida que está fazendo aniversário. Te amo meu amor!!!
Também será o Dia da Nossa Senhora Aparecida e Dia das crianças.
Não estou muito inspirada para escrever nadinha, mais quero muito que Deus abençoe a minha mãe e a todas as crianças.
Um enorme beijo.
Fiquem com Deus
Tata
quarta-feira, setembro 30, 2009
quinta-feira, setembro 24, 2009
sexta-feira, maio 08, 2009
Solidão, opção que não resolve problemas
Diante de uma crise, isolar-se não é o comportamento mais adequado
Sentir-se sozinho não significa, necessariamente, estar isolado de companhias. Muitas pessoas, vivendo em prédios com dezenas de apartamentos e cercadas de vizinhos pelos quatro lados, ainda se sentem solitárias.
Às vezes, diante de algumas crises em nossos convívios, podemos achar que o isolamento é uma solução para os nossos problemas. Contudo, o reflexo dessa tentativa interfere, também, na vida de outras pessoas que nos cercam, mas que nada têm a ver com as nossas dores. Assim, não podemos fazer da solidão uma opção de vida ou um recurso para contornar as dificuldades.
O vírus da solidão não pode infectar nossos relacionamentos, pois é da inter-relação que conseguimos construir profundos e estreitos vínculos. Um exemplo disso é a vida conjugal.
Se acontecer, entre os cônjuges, a ausência de troca de experiências, ou, em outras circunstâncias, a indisposição para se adequar às diferenças de pensamento, facilmente uma disputa vai surgir entre eles. Tudo vai ser motivo de reclamação e, nas suas murmurações, eles acreditam saber de tudo, pensam resolver todas as coisas da sua própria maneira e afirmam que não precisam de ninguém... Então, a opção de se isolar faz com que esses casais sejam cada vez mais críticos com eles mesmos e, por que não dizer, ranzinzas com o outro.
Aquele que prefere viver separado do mundo, considera mais fácil tachar os outros como incapazes de conviver com o seu modo de pensar e agir, em vez de reavaliar a situação. A pessoa com essas características acredita até que seus familiares e parentes têm certa parcela de culpa em suas crises, o que justifica seu afastamento do convívio e, pouco a pouco, ela entrega-se ao cativeiro de seus próprios melindres.
Antes mesmo de se afundar nas “águas da solidão”, melhor seria “nadar” contra um sentimento que facilmente poderá nos levar a experimentar outros males. Muitas vezes, achamos que somos vítimas injustiçadas, mas, raramente, paramos para analisar a nossa própria atitude. Acredito que a primeira ação para sair da crise de “patinho feio” está na busca dos verdadeiros motivos que nos fazem nos sentir tão diferentes ou parecer incompreendidos pelas pessoas.
Se percebermos que os laços de amizades estão se desfazendo ou que as pessoas estão evitando conviver conosco, significa que alguma coisa está acontecendo e, certamente, não é uma epidemia de mau humor que está atacando nossos amigos, mas talvez seja o resultado de nossa própria opção.
Por mais justificável que possa parecer o desejo de se isolar, esse, não é o comportamento mais adequado diante das dificuldades. Dessa maneira, precisamos despertar para a realidade de que esse tipo de solidão é um defeito que nos atingirá se não nos empenharmos no compromisso de dar uma resposta diferente, quando o desejo de desistir das pessoas e das situações parecer mais forte.
E quando bate o desânimo espiritual?
Sabemos que não somos perfeitos, mas não podemos nos acomodar
Para que haja uma vida espiritual, é preciso que aconteça uma luta. Vimos a importância dessa luta e que sem ela não há espiritualidade. Elas – a vida e a luta espiritual – estão ligadas.
Seguindo esse raciocínio, vamos pensar sobre os momentos nos quais desanimamos na nossa vida espiritual, na maioria das vezes, justamente por causa dessas lutas interiores que precisamos travar e porque, às vezes, somos derrotados nesses duelos.
São Paulo nos diz na Carta aos Filipenses no capítulo 3 versículo 16: “Contudo, seja qual for o grau a que chegamos, o que importa é prosseguir decididamente”.
Vemos que o próprio apóstolo por vezes também era derrotado nas suas lutas espirituais quando lemos na Carta aos Romanos: “Não faço o bem que quero e faço o mal que não quero” (Rm 7,19). Mas é ele também que nos encoraja para seguirmos adiante: “importa prosseguir decididamente”!
Lá em Minas Gerais conheço um sacerdote que faz um trabalho maravilhoso com os jovens. E com frequência ele diz aos que ele orienta: o importante é que na nossa caminhada o saldo seja positivo. O sacerdote ensina que pode acontecer, por exemplo, de na nossa caminhada darmos cinco passos para frente e dois para trás. Então o saldo é de três passos adiante, ou seja, saldo positivo de três.
Também aprendemos com o apóstolo dos gentios que não somos perfeitos: erramos, pecamos e, por vezes, fazemos o mal que não queremos fazer, ou como nos ensina o sacerdote de que lhes falei: damos alguns passos para trás. Mas isso não pode fazer com que desanimemos ou com que desistamos da vida espiritual. Pelo contrário, tem de nos tornar mais fortes e determinados.
Precisamos agir como São Paulo, que mesmo não conseguindo fazer sempre o bem, ainda assim, nos encoraja a prosseguir e a não fazê-lo de qualquer jeito, mas de modo decidido. Sendo assim, mesmo que erremos, que pequemos, que andemos alguns passos para trás, como ensina o grande apóstolo, não podemos desistir de perseguir o alvo, rumo ao prêmio celeste, ao qual Deus nos chama, em Jesus Cristo.
Reconciliar-se com a própria história
Nossa história, quase sempre, não é do jeito que gostaríamos.
Os cenários da história – tanto universal quanto pessoal – são sempre povoados, marcados por uma trama de significados e expressões que dão cor e direção aos corações e à vida de um povo. A história do homem traz consigo inúmeras marcas; algumas positivas e outras profundamente negativas e desestruturadoras. Enfim, toda história tem a sua “história” a contar, toda vida derramada no solo do tempo tem suas partes para reconciliar... Há historiadores que definem a história humana como “história de guerras e conflitos”, e, de fato, tal afirmação não está ausente de verdade. Esta é mesmo marcada por diversas dores e contrariedades que se entrelaçam em uma constante dinâmica de morte e de vida. No âmbito singular e pessoal não é diferente. Quando olhamos para a história de nossos próprios dias, sem dúvida, seremos capazes de aí perceber realidades que não desejamos nem quereríamos que aí estivessem. Nossa história e as circunstâncias que a configuram, quase sempre, não são do jeito que queremos, por vezes, nossa biografia é povoada por erros e frustrações que não desejamos nem convidamos para nela habitar. Há quem se envergonhe de sua própria história e há outros que dela fogem perpetuamente. Há quem não consiga se reconciliar com as perdas e contrariedades contidas na própria existência, nunca assumindo os próprios erros e fragilidades, e assim vivendo como alguém que “foge” eternamente da própria sombra. Muitas vezes, nossa história é mesmo perpassada por realidades que são difíceis de lidar e encarar, todavia, ninguém pode se tornar verdadeiramente maduro e liberto na vida se não faz a experiência de se encarar naquilo que é. A arte de se encontrar e reconciliar-se com a própria história pode ser fonte de aguda dor, contudo, é também fonte de intensa realização e emancipação existencial. Não existe outro caminho para crescer e ser gente na vida, pois, sem se reconciliar consigo e com as cenas que emolduram o seu próprio caminho de vida, o ser humano torna-se escravo de si mesmo e ausenta-se da alegria de poder aceitar-se naquilo que é. Diante do real – de nossa identidade – poderemos fugir criando ilusões para mascarar o que somos ou poderemos enfrentar – mesmo sangrando – nossa verdade, extraindo dela a vida e a esperança que brotam do fato de não termos de fingir e encenar para sempre. Nossa história pode ser fonte de lembranças dolorosas, sim, mas também pode – com uma força extraordinária – ser fonte de autêntica e encarnada libertação. Reconciliar-se, pois, com a própria história: Eis o desafio e a oportunidade de nos compreendermos amados e aceitos no que somos. Esse é um caminho difícil, mas o fazemos acompanhados: dirigidos pelo infinito Amor, que dá sentido às nossas perdas e nos sustenta em nossas lutas. Assim seremos mais autênticos e livres na existência e poderemos construir nosso futuro com escolhas sábias e pautadas no Amor.
A preguiça
Um mau trabalhador é um mau cristão.
Após o pecado ter entrado na nossa história, Deus impôs ao homem "a lei severa e redentora do trabalho", como disse o Papa Paulo VI. “Comerás o teu pão com o suor do teu rosto, até que voltes à terra de que foste tirado" (Gênesis 3,19a).
Todo trabalho é uma continuação da atividade criadora de Deus. E o Senhor derrama a Sua graça sobre aquele que trabalha com diligência. O trabalho é a sentinela da virtude. Se com humildade oferecemos ao Altíssimo o nosso trabalho, este adquire um valor eterno. Assim, o temporal se transforma em eterno.
A preguiça joga por terra toda essa riqueza. Querer viver sem trabalhar é como desejar a própria maldição nesta vida. São Paulo disse aos tessalonicenses: “Procurai viver com serenidade, trabalhando com vossas mãos, como vo-lo temos recomendado. É assim que vivereis honrosamente em presença dos de fora e não sereis pesados a ninguém” (I Tessalonicenses 4,11-12). O Talmud dos judeus diz que: “Não ensinar o filho a trabalhar é como ensiná-lo a roubar”. Trabalhando, como homem, Jesus tornou sagrado o trabalho humano e fonte de santificação. Por isso, o lema de vida de São Bento de Nurcia, nos mosteiros, era: “Ora ET Labora!” (Reza e Trabalha!). Um mau trabalhador é um mau cristão. Um operário displicente é um mau cristão. Da mesma forma, um professor cristão e relapso é um contratestemunho cristão... O pecado da omissão é fruto da preguiça. É por preguiça que o filho não obedece a seus pais e, muitas vezes, se torna um transviado. Do mesmo modo, é por preguiça que os genitores, muitas vezes, não educam bem os filhos. É por preguiça de algumas mulheres que o trabalho doméstico é, às vezes, malfeito, prejudicando os seus filhos, o esposo e a alegria do lar. É por preguiça de muitos maridos que a casa fica com as lâmpadas queimadas, o chuveiro estragado, a torneira vazando... Assim como é por preguiça que o trabalhador faz o seu serviço de maneira desleixada, prejudicando os outros que dependem dele. É por preguiça que o estudante não estuda as suas lições e se arrasta na sua caminhada e prejudica a sua formação. Do mesmo modo é por preguiça que o cristão deixa de ir à Santa Missa, de rezar, de conhecer a doutrina da Igreja, de trabalhar na sua comunidade. Há um provérbio chinês que afirma: “Não é a erva daninha que mata a planta, mas a preguiça do agricultor”.
A Bíblia e o celular
Tanto a Bíblia como o celular são meios de comunicação. Um você conversa com Deus e permite que o Senhor fale com você; o outro permite que você converse com muitas pessoas. Os dois precisam ser levados, seja no bolso ou na bolsa, é preciso levá-los consigo. Qual deles você se lembra de levar sempre? Um deles funciona constantemente, nunca fica fora de área, porque traz a Palavra d'Aquele que é Oniponte, Onipresente e Onisciente. O outro nem sempre, depende da operadora, depende dos créditos, depende da bateria. Muitas vezes, quando mais esperamos ele não toca, mas a Bíblia sempre toca e toca fundo lá no íntimo do nosso ser. Ela não nos oferece o que é supérfluo (lá vem aquela vozinha da operadora de telemarketing: O senhor receberá inteiramente grátis …… se assinar…); muito pelo contrário, a Bíblia nos dá sentido para viver e nos oferece a vida eterna de graça. É verdade! Você não precisa assinar nada, nem pagar nada, somente aceitar a JESUS. A fé é dom gratuito de Deus. Não deixe seu verdadeiro comunicador de lado, leve-o sempre junto de si. Se sua Bíblia é grande, e assim como eu não pode carregar peso por causa da coluna, arrume uma menor, mais leve. E leve-a com você sempre. Ou deixe uma no seu trabalho, outra em casa, leve o Novo Testamento e os Salmos no carro, na mala, na bolsa, no bolso. Vamos criar um novo hábito: levar conosco a Sagrada Escritura, até que se invente uma forma da Bíblia estar no celular.
sábado, maio 02, 2009
Livre-se do sentimento de culpa.
Mergulhar no amor de Deus é o segredo para se livrar de todo e qualquer sentimento de culpa. Essa sensação negativa não vem do Senhor. Tudo o que nos escraviza, não vem do Alto. Muitas pessoas, por falta de conhecimento, acham que fazer a vontade divina as torna escravas. Quando, na realidade, ocorre exatamente o contrário disso: quanto mais abrimos mão da nossa vontade para fazer a vontade de Deus, tanto mais nos tornamos livres, porque o Senhor nos fez livres, para a liberdade e a felicidade.
É claro que o conceito de liberdade do Altíssimo não é o mesmo desta falsa liberdade que anda sendo semeada por aí, em que, de maneira irresponsável e egoísta, as pessoas realizam seus desejos a seu bel-prazer, o que, muitas vezes, pode acarretar sérias consequências pelo resto de suas vidas.
“Vós, irmãos, fostes chamados à liberdade” (Gl 5,13).
Muitas pessoas carregam um terrível sentimento de culpa e se deixam destruir por ele. Mergulhe no infinito amor de Deus e imediatamente essa inquietação vai acabar.
Jesus, eu confio em Vós!
A cultura do corpo.
Talvez você sofra, jovem, e até se revolte contra a vida ou contra Deus, porque não tem aquele corpinho de “top model” ou aquele cabelinho como a da artista da novela; ou porque você é um rapaz que não tem aquela musculatura especial... ou porque a sua estatura é pequena...
A mídia colocou na sua cabeça que o “mais importante” é ser bonito de corpo, esbelto, magro, segundo os “padrões de beleza” dos que ditam a moda para os outros.
A propaganda colocou na sua mente uma grande mentira de que se você não tiver aquela calça “da moda” ou aquela camisa “de marca”, então, não poderá ser feliz. O comercial de TV e as novelas lhe ensinaram uma coisa perversa: se você não for “sexy”, não poderá ser feliz e não terá um namorado, será rejeitada. Tudo isso é uma grande e malvada mentira! Por causa dessa “cultura do corpo”, que hoje ocupou o lugar da “cultura do espírito”, muitos jovens estão angustiados e até mesmo “escravizados”, porque não conseguem atingir esse padrão de “beleza”. Ora, saiba que se você construir a sua felicidade em cima destes valores, esta será efêmera, vai acabar muito cedo e deixar você no vazio. A verdadeira beleza está na alma, no interior, é invisível aos olhos; ela só pode estar naquilo que não acaba; que o tempo não envelhece. Vi um jovem chorar, amargurado, porque o seu carro novo tinha batido; junto com o seu carro, tinha amassado a sua felicidade... Deus seria injusto se a sua felicidade dependesse da cor da sua pele, do perfil do seu corpo ou da ondulação do seu cabelo. Pois tudo isso é genético e você não pode mudar isso; já nasceu assim. O Senhor quer que você descubra a felicidade que não acaba, no seu interior, na sua alma, para que esta seja autêntica e duradoura. O Altíssimo não o valoriza pelo seu cabelo, nem pelo seu corpo, nem mesmo pela cor dos seus olhos ou da sua pele, muito menos pela sua roupa. Deus o ama por aquilo que você é; e do jeito que você é.
Diante d'Ele você não é avaliado pelo que se vê. Por isso, atire para longe, já, este complexo de inferioridade, olhe menos para o espelho e mais para a sua alma. Cultive o seu saber, a sua fé, sua espiritualidade, seus amigos e amigas, sua família, seu trabalho, sua profissão e seu Deus, muito mais do que o seu corpo. Aprenda a gastar mais o seu tempo e seu dinheiro em coisas e atividades que fazem você “crescer” naquilo que não passa e que o tempo não destrói. Michel Quoist, um grande padre francês, dizia aos jovens que para ser belo é melhor parar “cinco minutos diante do espelho, dez diante de si mesmo, e quinze diante de Deus.” Não inverta esta ordem, para que você não fique de cabeça para baixo. É por isso que hoje temos edifícios altos, mas homens pequenos; estradas longas e largas, mas as almas são pequenas... Da mesma forma, as casas hoje são grandes, mas as famílias são pequenas... Temos muitos compromissos, mas pouco tempo... Gastamos muito e desfrutamos pouco... Multiplicamos os nossos bens, mas reduzimos os valores humanos... Falamos muito, mas amamos pouco e odiamos demais... Fomos à Lua, mas ainda não atravessamos a rua para conhecer o vizinho... Temos mais conhecimentos, mas pouco discernimento... Temos muita pressa e pouca perfeição... Temos mais dinheiro, mas menos moral e menos paz... Temos mais bens, mas menos caráter... Temos casas mais lindas, porém mais famílias destruídas... Conquistamos o espaço exterior, mas perdemos o espaço interior... Temos mais prazer, porém, menos alegria... Se a beleza física fosse sinônimo de garantia de felicidade, não encontraríamos tantas artistas frustradas, buscando fugir das suas angústias nas drogas, muitas vezes. Quantas moças lindas já morreram numa overdose de cocaína! Se o dinheiro fosse sozinho garantia de felicidade, não encontraríamos tantos ricos angustiados e tantos ídolos que acabam com a própria vida no suicídio. Quantos astros e cantores famosos já puseram fim na própria vida, na flor dos seus anos! O grande filósofo francês Paul Claudel dizia que “o jovem não foi feito para o prazer, mas para o desafio”. Aí está, jovem, diante de você, um belo desafio: não construir a sua felicidade numa vida de consumismo e de busca de prazer e de beleza física, que “enchem os olhos” das pessoas quando o veem passar. Construa a sua vida naquilo que os olhos não veem, mas que é essencial: honra, saber, moral, caridade, bondade, mansidão, força de vontade, humildade, desapego, pureza, paciência, disponibilidade. Esses são valores que o põem verdadeiramente de pé! Seja um jovem de pé! Você é o rei do universo! De nada vale você ter um corpo de atleta ou de manequim se a sua alma está em frangalhos e o seu espírito geme sob o peso da matéria e da carne. Tudo talvez estará contra você neste desafio, mas Deus estará com você. E isso basta.
Quem tem o Espírito Santo por Amigo nunca está só
“Mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força” (At 1,8a).
Temos um Amigo maravilhoso que quer conviver conosco intimamente em todos os momentos e quer ser em todas as circunstâncias da nossa vida um Companheiro inseparável. Ele quer ser um conosco na oração, nos nossos pensamentos, nos nossos sonhos, nas nossas lágrimas, nas nossas alegrias, nos nossos afetos e em toda a nossa vida cotidiana.
Creio que você deve estar ansioso para saber quem é este Amigo e Companheiro que está ao nosso inteiro dispor. Esta Pessoa é o Divino Espírito Santo que quer derramar hoje em nós a Sua graça benfazeja. Quem O tem por Amigo nunca está só, porque Ele está no mais íntimo de cada um de nós fortalecendo-nos e dando-nos um verdadeiro sentido à nossa vida.
Vamos nos abrir hoje largamente a este relacionamento com o Santo Espírito de Deus? Em todos os momentos rezemos assim: Vinde, Espírito Santo, e faz-me uma nova pessoa.
Jesus, eu confio em Vós!
quinta-feira, abril 30, 2009
Uma carta de amor para você!
Quem não tem experiência de amor, de amar ou ser amado por alguém? Qual é a pessoa que mais te ama ou amou na vida? Você pode me responder: minha mãe, ninguém me amou mais que minha mãe; outro pode dizer, foi o meu pai, o seu amor firme mais concreto me ajudou a formar o meu caráter. Outros ainda podem dizer, foi minha avó com a sua ternura e misericórdia, meu marido, minha esposa, ah são meus filhos…
Deus te ama com amor forte de pai: “Mesmo que as serras mudem de lugar, ou que as montanhas balancem meu amor para contigo nunca vai mudar, minha aliança perfeita nunca há de vacilar — diz o SENHOR, o teu apaixonado”. (Cf. Isaias 54,10)
Deus te ama com amor terno e incondicional de mãe: Sião vinha dizendo: “O SENHOR me abandonou, o SENHOR esqueceu-se de mim!” Acaso uma mulher esquece o seu neném, ou o amor ao filho de suas entranhas? Mesmo que alguma se esqueça, eu de ti jamais me esquecerei! (Cf. Isaias 49,15-16).
Deus ama você com amor forte e firme de pai e amor terno e misericordioso de mãe e o melhor esse amor nunca acaba, é incondicional, ou seja independe de você ama-lo ou não, ser bom ou ruim, ser preto ou branco, rico ou pobre, mulher ou homem. Deus te ama porque você é seu filho: De fato, vós não recebestes espírito de escravos, para recairdes no medo, mas recebestes o Espírito que, por adoção, vos torna filhos, e no qual clamamos: “Abbá, Pai!” (cf. Rm 8,16-17).
Deus sempre tomou iniciativa em nossas vidas, quem ama se antecipa, percebi, observa, vai ao encontro, nos carrega com ele: “Nós amamos, porque ele nos amou primeiro” (I Jo 4,19).
Mesmo vivendo no pecado, contra Deus, negando-o, virando as costas pra Ele, o seu amor é imutável, mesmo no pecado Deus te ama! “Onde, porém, se multiplicou o pecado, a graça transbordou” (Romanos 5,20). Essa graça é o amor de Deus por você, a única coisa que Deus não pode fazer é DEIXAR DE TE AMAR!
Ele ama o pecador, ama quem não merece ser amado, porque você não se deixa amar por Deus? Será que está tão machugado, que desconfia até do amor de Deus? Tem gente que tem dificuldade para dar e receber amor, pelas situações que viveram na vida, traumas, desamor dos pais, indiferença, traições, desconfia de tudo e de todos e isso tudo pode nos impedir de experimentar o amor de Deus, por isso, deixe-se amar por Ele. Deixe que o Seu amor cure as tuas feridas, saiba que existe Alguém que cuida de você e te ama com amor eterno: lá de longe o SENHOR lhe apareceu: “Eu te amo com amor de eternidade; por isso, guardo por ti tanta ternura! Vou reconstruir-te, serás restaurada, virgem Israel. De novo pegarás o pandeiro e sairás dançando alegremente” ( Jeremias 31, 3-4).
“Porque és precioso a meus olhos, porque eu te aprecio e te amo, permuto reinos por ti, entrego nações em troca de ti” (Isaias 43,4).
Rezemos assim: “Meu Deus, hoje abro meu coração e toda a minha vida para que Tu me ames. Através de minha livre vontade e por causa da necessidade de Amor, eu aceito que Tu me ames e manifestes em mim o Teu Amor. Vem, meu Deus! Podes me amar! Obrigado, meu Deus. Assim seja”.
sexta-feira, abril 10, 2009
Temos valor diante de Deus!
Tomemos um grande cuidado para não trocar o “ser” pelo “ter”, pois a mentalidade, que foi sendo disseminada, ao longo dos tempos, é que as pessoas valem pelo que têm e não pelo que são. Esse tipo de julgamento preconceituoso é completamente contrário aos valores cristãos. Diante de Deus valemos pelo que somos e não pelo que temos. A lógica do Reino de Deus é outra: “Alguns doutores da Lei, que eram fariseus, viram que Jesus estava comendo com pecadores e cobradores de impostos. Então eles perguntaram aos discípulos: Por que Ele come com cobradores de impostos e pecadores? Tendo ouvido, Jesus respondeu-lhes: Não são as pessoas sadias que precisam de médico, mas as doentes. Eu não vim para chamar os justos, mas sim os pecadores” (Mc 2,16-17). Verdadeiramente o Senhor não faz distinção entre pessoas. Ele acolhe a todos, independentemente da cor, raça, nação, posses… Não tenha medo de se aproximar de Jesus, porque para Ele você é especial e Ele o acolhe do jeito que é. Senhor, ensina-nos a amar as pessoas por aquilo que elas são e não pelo o que elas têm. Jesus, eu confio em Vós! A esperança é o combustível da vida
A esperança corresponde à aspiração de felicidade existente no coração de cada pessoa. Interessante observar que quem perde a esperança mais profunda perde o sentido de sua vida; sem esperança viver não tem sentido. O próprio antônimo dessa palavra é DESESPERO, ou melhor, a perda quase que em estado definitivo da esperança. E este [desespero] é capaz de corroer o coração.
A esperança é a vacina contra o desânimo e contra a possibilidade de invasão do egoísmo, porque apoiados nela nos dedicamos à construção de um mundo melhor. A perda da esperança endurece nossos sentimentos, enfraquece nossos relacionamentos, deixa a vida cinza, faz a vida perder parte do seu sabor. Porém, todos os dias somos atingidos por inúmeras situações que podem nos desesperar.
A esperança é o combustível da vida, a forma de mantê-la viva é não prender os olhos nas tragédias, pois a cada desgraça que contemplamos corremos o risco de perdê-lo [combustível]. Existe na mitologia grega a presença de uma figura interessante: uma ave chamada fênix, que quando morria entrava em autocombustão e passado algum tempo renascia das próprias cinzas. A fênix, o mais belo de todos os animais fabulosos, simbolizava a esperança e a continuidade da vida após a morte. Revestida de penas vermelhas e douradas, as cores do sol nascente, possuía uma voz melodiosa que se tornava triste quando a morte se aproximava. A impressão causada em outros animais por sua beleza e tristeza chegava a lhes provocar a morte. Nossa vida passa por este processo várias vezes num único dia, ou seja, sair das tragédias para contemplar a beleza que não morreu, a vida que existe ainda, como fazia essa ave mitológica. Alguns historiadores dizem que o que traria a fênix de volta à vida seria somente o seu desejo de continuar viva, depois de completar quinhentos anos elas perdiam o desejo de viver e aí se morressem não mais reviviam. O desejo de continuar a viver era sua paixão pela beleza, que é a vida. Vida sem sabor é uma vida sem perspectivas; quem cansou de tentar, cansou de lutar e desistiu de tudo, uma vida que apenas espera o seu fim, por pensar que nada que se faça pode mudar coisa alguma. Quem perdeu a capacidade de sonhar, o desejo de felicidade confundiu-se com a utopia. Felizmente não existe motivo para desanimar, lembrando as palavras de São Paulo: “A esperança não decepciona” (Rm 5,5). Não falamos aqui de qualquer esperança, mas da autêntica esperança, que não se apóia em ilusões, em falsas promessas, que não segue uma ilusão popular em que tudo se explica. A esperança verdadeira, vinda de Deus, é uma atitude muito realista, que não tem medo de dar às situações seu verdadeiro nome e tem sempre Deus como fator principal. Não tem medo de rever as próprias posições e mudar o que deve ser mudado. À medida que perdermos ilusões e incompreensões temos o espaço real no qual pode crescer a esperança, que nada mais é do que a certeza de que tudo pode ser melhor do que o que já vemos. E o desejo de caminhar na direção da vida, atraídos pela sua beleza que no momento pode somente ser sonhada, mas é contemplada pelo coração. O homem pode ser resistente às palavras, forte nas argumentações, mas não sobrevive sem esperança. Ninguém vive se não espera por algo bom, que seja bem melhor do que o que já conhece, já possui ou já experimentou. Deus alimenta nossa vida por meio da esperança!
sábado, março 07, 2009
Testemunho.
“Que teu coração deposite toda a sua confiança no Senhor! Não te firmes em tua própria sabedoria! Sejam quais forem os teus caminhos, pensa nele, e ele aplainará tuas sendas.” Provérbios 3; 5 e 6 - Bíblia Ave Maria
Tudo começou em 2007 quando tive uma depressão. Ansiava ter definições na vida, tais como casamento, filho, independência financeira, etc. Por vezes, pensei em deixar tudo para trás e desistir. Mas receava largar tudo que Deus tinha me dado. Muitas vezes orei a Ele, perguntando se deveria deixar aquilo tudo. Não sabia ainda os Seus propósitos para mim. Com a ajuda de amigos e principalmente de Deus estou conseguindo me reergue.
A minha primeira conquista foi, depois de vinte e seis anos, conseguir fazer minha 1° eucaristia e minha Crisma, tornando-me ainda mais uma filha de Deus. Essa realização foi uma grande obra pessoal em minha vida. Mais não parei por ai, a partir de Janeiro desde ano comecei a correr atrás de uma vaga para ir ao retiro, mais parecia que tudo fazia com que eu não conseguisse, na última hora com a graça de Deus obtive algumas pessoas maravilhosas ao meu lado que me ajudaram.
Ao perceber que Deus estava me concedendo à oportunidade de alcançar novas trajetórias, apeguei-me mais a Ele e suas promessas. Entendi que não conseguiria caminhar sozinha e que esta oportunidade de conhecer e vivenciar um pouco de sua palavra seria o primeiro passo para a minha recuperação.
Então foi isso que fiz no retiro ao me dedicar intensamente a Deus. Todos os dias, grande parte do tempo era dedicado a assistirmos às missas, as horas com o Santíssimo, as confissões, as atividades, as alegrias de estarmos ali todos com o mesmo propósito. Isto era uma restauração da minha alma, que ali estava conseguindo experimentar vitórias ao santificar o meu dia ao Senhor. Ao longo dos anos tenho visto muita tristeza em meu coração e neste pequeno ambiente pude obter conforto, sabedoria e ajuda para caminhar cada dia mais.
Quase sempre, quando algumas lágrimas já haviam corrido pelo meu rosto e obtive uma recaída tive amigos enviados por Deus para me reerguer do chão. Esta era mais uma ocasião onde juntos orávamos e pedíamos ao Pai pela realização do sonho de todos.
Com serenidade e sabedoria o Senhor me mostrava que aquele lugar, aquele momento era algo inexplicável. Só quem pode ter a oportunidade e a vivência de um retiro em sua vida, pode explicar. Fiquei impressionada e emocionada com o amor e fidelidade de meu Salvador, um Deus real e presente, que se interessa conosco, que diz: “Não temas, Eu Sou contigo”.
A partir de então, entendi que tropeços sempre existiram, mais DEUS É FIEL e se nós acreditarmos tudo será mais fácil. Comecei a perceber como Jesus cuida de cada detalhe de minha vida e de meus sonhos. Mais precisamos confiar inteiramente nesse Deus maravilhoso e experimentar tudo isso e muito mais em nossa vida.
Eu estou partindo para começar uma nova vida de vitória e segurança. Apenas quero permitir que Jesus a dirija para mim. Permito que seja SENHOR de meu coração, de minhas prioridades e de meus sonhos. Não há nada impossível para Deus. Tudo Ele pode me dar. Nunca posso esquecer, o que mais Jesus quer me dar é a vida eterna. O que mais Ele quer é viver em minha companhia pra sempre. Por isso ele deu a vida por mim.
Agradeço essa maravilhosa experiência de ter feito parte do retiro COMUNIDADE AMOR INFINITO.
Um grande... Talita de Sá Araújo
domingo, março 01, 2009
Gratidão (Walmir Alencar)
Eu encontrei um amor perfeito,
um tesouro escondido diante deste altar
Seu valor é maior que tudo, nada poderá se igualar
Te adorarei com todo meu ser
Quando estou mais perto de Ti, fortaleces o meu viver
Te exaltarei com meu coração, Majestade, estou aqui
para Te render meu amor, minha gratidão
A quem irei se Tua voz é vida?
Tua presença é tão clara e tão forte como o sol
Sou feliz porque sei que vivo estás, tudo que me resta é te amar
Levantei minhas mãos, minha adoração irá tocar o céu
Forte cantarei, te adorarei, Pão da Vida
Glória e Majestade (Adriana)
Deus criou o céu, criou o mar, criou a terra e tudo o que há (2x)
Levantemos nossas mãos em louvor porque grande obra fez o Senhor,
nos criou para adorar e para sempre exaltar Seu poder
Quero render-Te
Glória, a Tua destra me conduz
Glória e Majestade ao Deus fiel
Glória, Tua bondade cantarei
Glória, eternamente renderei
A Vitória (Banda Bom Pastor)
Conduze, Senhor, minhas mãos para o combate
Inclina os teus céus até mim
Vem, Senhor, tocar e abrasar as montanhas
E manifesta Tua glória em Teu povo
Estende do alto céu a Tua mão
e livra-me do abismo, pois Tu és meu libertador (2x)
Eu vou cantar a Ti, eu vou adorar
És Tu que me acolhes quando preciso de refúgio
Em Ti vou confiar, em Ti vou esperar a vitória(2x)
Senhor, eu sou como o sopro de uma brisa
Mas minha vida está bem segura em Tuas mãos
Eu creio, Senhor, no poder do Teu espírito
Pois eu clamo por Ti e vens em meu socorro
Estende do alto céu a Tua mão
e derrama Tuas bençãos, pois Tu és meu Deus de Amor (2x)
Assinar:
Comentários (Atom)

